Já não é mais novidade que ter proficiência no idioma inglês se tornou quesito básico no currículo dos que almejam patamares mais altos na carreira. Porém, o número de profissionais que dominam a língua no mercado brasileiro ainda é muito baixo. De acordo com a Pesquisa dos Executivos, da Catho, realizada com mais de 46 mil respondentes, apenas 3,7% lê, fala, ouve e escreve fluentemente sobre quaisquer assuntos em inglês.
A falta de tempo e o excesso de trabalho são algumas das justificativas dos profissionais para não frequentarem um curso de idiomas. Neste contexto, uma solução encontrada no mercado é o sistema de e-learning, conhecido no Brasil como Ensino à Distância (EAD). Este método é cada vez mais utilizado por empresas de todos os portes. Nas grandes organizações, com milhares de funcionários espalhados por todo o país, por exemplo, a maneira mais eficiente para treinar e desenvolver o capital humano é através do EAD, pois o meio digital é menos custoso e não possui barreiras geográficas, enquanto em uma plataforma física, há custos com deslocamentos de profissionais e produção de materiais impressos.
A pessoa que pretende fazer um curso de inglês precisa fazer uma série de questionamentos em relação aos objetivos pessoais, compromisso e disciplina. A vida de um brasileiro típico constitui-se em cuidar da família, passar longas horas no trabalho e no trânsito. Com este estilo de vida, é muito difícil manter o ritmo em uma escola presencial e, para aprender uma língua, é preciso comprometimento e frequência. O EAD dispõe a conveniência de estudar em qualquer lugar, a qualquer hora, e quando existe tempo disponível. Essa adaptação não existe em um curso presencial.
“O curso de e-learning da Sm@rt, por exemplo, é sob medida, pois permite que o profissional inicie do ponto que acredita estar preparado, encerrando até onde conclui que seja seu objetivo final. Esse plano de estudo é único para ele, diferentemente de uma escola física, onde o aluno é que precisa entrar no ritmo dos colegas de classe e das diretrizes da escola”, explica Raúl Burgos, diretor da Sm@rt Executive, escola online de inglês. De acordo com Burgos, fora de grandes metrópoles, como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, a qualidade de ensino tende a cair, então, um curso online permite a presença em qualquer lugar do mundo e o conteúdo sempre mantém um alto padrão, sempre atualizado com as necessidades do mercado.
O Brasil tornou-se protagonista no cenário econômico mundial, e está em um processo de crescimento atrativo, com a chegada cada vez maior de multinacionais. “Os empregadores valorizam cada vez mais a fluência em inglês e os profissionais com esta qualificação, geralmente, tem mais visibilidade na busca por vagas de destaque nas empresas”, afirma Tiago Sereza, gerente de integração da Catho Educação.
Perfil dos estudantes
O público de e-learning é dividido, basicamente, em duas gerações: o de faixa etária até os 30 anos, que são considerados ativos digitais, pois cresceram em um mundo em que o acesso ao computador e a internet é comum; o outro público, de um bloco de idade mais avançado, são considerados os imigrantes digitais, que têm os estudos baseados exclusivamente em livros, e que possuem pouquíssimo tempo para estudar por conta de compromissos maiores com trabalho e família – para eles, tempo é, literalmente, dinheiro. “O curso que oferecemos inclui uma certificação internacional, o TOEIC, que é muito importante e reconhecido mundialmente pelas organizações. Certificados como este são diferenciais na hora de contratações e promoções”, aponta o diretor da Sm@rt Executive.
Fonte: Aulas de inglês online: vantagens para os profissionais | Portal Carreira & Sucesso
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